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WebP vs PNG

WebP e PNG são ambos muito usados e escolhidos por razões diferentes. Esta página põe-nos frente a frente nas coisas que decidem entre eles, e liga aos conversores para as duas direcções — todos eles a correr no seu navegador, sem que o ficheiro seja alguma vez enviado.

A resposta curta

Para uma fotografia o WebP ganha claramente e não é renhido: de um quarto a um terço menor do que o PNG conseguiria, com uma qualidade que ninguém a olhar para a página vai pôr em causa. Para gráficos lisos — logótipos, ícones, capturas de ecrã, tudo o que tenha texto — o WebP continua normalmente a ser menor, mas a margem estreita-se e a garantia do PNG de não perder nada começa a pesar mais do que os quilobytes.

A verdadeira pergunta não é qual comprime melhor mas quem tem de abrir o ficheiro. Todos os navegadores leem WebP, e leem desde 2020. Muitíssimo software de computador ainda não, e é essa a razão inteira por que as pessoas chegam aqui com um WebP que não conseguem abrir. Se o ficheiro vai para uma página web que controla, use WebP. Se vai para uma pessoa, use PNG.

Uma nota prática que decide mais casos do que ambos os argumentos acima: o modo sem perdas do WebP existe e o codificador deste site não o escreve. Se converter aqui um PNG para WebP fica com o modo com perdas, que é o que quase toda a gente quer e não é o que quer alguém a arquivar ilustrações. Para isso, guarde o PNG.

Lado a lado

WebP e PNG comparados nas propriedades que os separam.
PropriedadeWebPPNG
CompressãoSem perdas ou com perdasSem perdas
Cor8 bits por canal8 bits por canal
TransparênciaCanal alfa completoCanal alfa completo
AnimaçãoSimNão
Mantém o EXIFSimSim
Suporte dos navegadoresChrome 32, Firefox 65, Safari 14Todos os navegadores desde 1997
Tamanho de uma fotografiaDe 25 a 35 por cento menor que um JPGDe 3 a 5 vezes um JPG
Publicado20101996

Onde diferem de facto

  • Comprimem de forma diferente, e é essa a diferença por trás de quase todas as outras: um guarda cada pixel exactamente como o recebeu, o outro descarta detalhe para ser menor e não o consegue repor.
  • Só WebP guarda mais do que um fotograma. Converter uma animação para o outro fica com o primeiro fotograma e descarta o resto, em silêncio.
  • O suporte dos navegadores não é igual. PNG é lido em todo o lado, e há anos; o outro ou é mais recente ou, num caso, não é lido por navegadores de todo.
  • Para a mesma fotografia com qualidade visível comparável, WebP produz o ficheiro menor — normalmente por margem suficiente para contar numa página com várias imagens.
  • Separam-nos 14 anos, e boa parte do que os distingue é o que se tinha aprendido pelo meio.

O que costuma correr mal

  • Converter uma animação para o formato fixo guarda o primeiro fotograma e descarta o resto, sem avisar. É o erro mais fácil de cometer aqui e o mais fácil de não notar, porque o resultado abre perfeitamente.
  • Conte com o ficheiro a mudar de tamanho bastante numa direcção. É o comportamento previsto dos formatos e não uma conversão falhada, e apanha quem presume que uma conversão é mais ou menos neutra no tamanho.

Qual escolher

Escolha WebP quando
Escolha WebP para imagens de um site que controla, onde ficheiros menores carregam mais depressa e o navegador é a única coisa que tem de os ler.
Escolha PNG quando
Escolha PNG para tudo o que envia a outra pessoa, para imagens que ainda vão ser editadas, e onde uma cópia idêntica pixel a pixel seja o objectivo.

Converter entre os dois

Perguntas frequentes

O WebP está a substituir o PNG?
Na web, em larga medida sim: o WebP faz tudo o que o PNG faz e produz ficheiros menores, pelo que os sites novos tendem a servi-lo. Fora do navegador, não. O PNG abre em tudo, há trinta anos, e continua a ser o formato mais seguro para um ficheiro que vai passar de mão em mão em vez de ser servido.
Qual é melhor, WebP ou PNG?
Nenhum, em geral — se um fosse simplesmente melhor, o outro teria desaparecido. São bons em coisas diferentes, e a resposta curta acima diz qual em quê. A pergunta útil é o que o ficheiro tem de fazer a seguir: ser editado, ser publicado, ser aberto por outra pessoa, ou caber dentro de um limite de tamanho.
Converter entre eles perde alguma coisa?
Depende da direcção. Converter para um formato que guarda tudo não perde nada mas também não recupera nada; converter para um que descarta detalhe perde um pouco de cada vez. A tabela acima diz qual destes dois faz o quê.
Posso converter de volta depois?
O ficheiro converte-se de volta, mas se volta inalterado depende da direcção. Entre dois formatos que guardam tudo, uma ida e volta é sem perdas. Onde um dos dois descarta detalhe, esse detalhe desapareceu e a viagem de regresso não o pode inventar.
Posso usar os dois?
Numa página web, muitas vezes sim, e normalmente é a resposta certa: sirva o formato moderno mais pequeno e indique um mais antigo como alternativa, para que cada navegador leve o que entende. Para um ficheiro que entrega a uma pessoa, escolha um — aquele que ela consiga abrir.
Qual é que o meu software suporta?
A tabela lado a lado acima diz que navegadores leem cada um, que é a parte que mais varia. O suporte em computador é mais difícil de resumir em geral e costuma andar anos atrás dos navegadores, pelo que se o ficheiro vai para outra pessoa, o mais antigo e mais amplamente lido dos dois é a escolha mais segura.
Converter entre eles é grátis?
Sim, sem conta e sem limite de quantos ficheiros converte. Todos os conversores ligados a partir desta página correm no seu navegador: o ficheiro é lido do seu dispositivo, convertido por código a correr nele, e devolvido como transferência.
O meu ficheiro é enviado?
Não. Aqui não existe servidor de conversão nenhum para onde o enviar, e não há serviço de terceiros envolvido. Pode confirmá-lo você mesmo: abra as ferramentas de programador do navegador, mude para o painel de Rede sem filtro, e faça uma conversão — nenhum pedido leva o seu ficheiro.

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O que isto abrange